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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Maternidade da Vila Nova Cachoeirinha tem metade dos funcionários necessários

Simei Morais
do Agora
Serralheiro em frente à Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, onde faltam funcionários
Referência em partos de risco, a Maternidade da Vila Nova Cachoeirinha (zona norte de São Paulo) está há meses sem o número adequado de médicos e enfermeiros.
O deficit no quadro de funcionários, em todas as funções, chega a 48%.
Os dados estão em um relatório sobre a estrutura de atendimento que o Tribunal de Contas do Município pediu à prefeitura no final de 2011.
A unidade fechou o ano com 973 profissionais a menos --precisava de 2021, mas só tinha 1.048.
Médicos da instituição, utilizada para residência (especialização de recém-formados em medicina), confirmam a defasagem, especialmente em neonatologia.
"É uma especialidade em falta em qualquer lugar", diz uma profissional da área que não quis se identificar.
Resposta
A Secretaria Municipal da Saúde afirma que autorizou, em junho, a nomeação de aprovados em concurso de enfermagem, farmácia e técnicos, além de iniciar contratação emergencial de médicos.
Afirma ainda que o hospital ficou em 8º lugar entre as dez melhores instituições ligadas ao SUS no Estado.
Sobre a mulher de Helder, a pasta diz que ela deu entrada às 11h19 de segunda-feira e, ao meio-dia, estava na sala de pré-parto, já que o caso era delicado.
O recém-nascido teve alta e a mãe segue internada por "doenças preexistentes".
Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quinta, 19 de julho, nas bancas.

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