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quinta-feira, 19 de março de 2015

PL que destina verba para construção de hospital na Brasilândia é aprovado na Câmara Municipal

DA REDAÇÃO

A Câmara Municipal aprovou, durante sessão extraordinária nesta quarta-feira (18/03), o Projeto de Lei (PL) 54/2015, do Executivo. A matéria autoriza a venda de uma área municipal na zona norte e obriga que o recurso adquirido seja destinado ao Fundo Municipal de Saúde, e posteriormente empenhado na construção do Hospital da Brasilândia, que já está licitado.

A área em questão possui 5.798,00 m², está localizada à Rua Voluntários da Pátria, em Santana, e abriga uma unidade do Hospital São Camilo, instalada desde 1976.

O texto que vai à sanção do prefeito Fernando Haddad recebeu duas emendas em plenário. A primeira, proposta pelo vereador José Police Neto (PSD), garante que, após ser negociado, o imóvel manterá no local a atividade hospitalar pelo prazo de 35 anos.

“Deixamos expresso na lei que a função social daquele terreno que hoje é público e será privado deve perdurar. A cidade de São Paulo tem carência de três mil leitos hospitalares, não faz sentido num espaço que hoje tem mais de 250 leitos, a pretexto de se construir um novo hospital em Brasilândia, fecharmos estes leitos na mesma zona norte”, explicou Neto.

A outra contribuição sofrida pelo PL garante que o Executivo fará uma nova avaliação da área antes de efetuar o negócio, que de acordo com o projeto está avaliada em cerca de R$ 70 milhões. O vereador Claudinho de Souza (PSDB) acredita que a quantia final será muito superior a estimada de início.

“Eu acho que o terreno em Santana, vendendo barato, deve custar cerca de quatro ou cinco mil reais o metro, se multiplicarmos isso pela área em questão, vai se chegar a algo em torno de R$ 350 milhões, ou seja, muito mais alto do que tem se dito. Nós vamos ficar atentos a essa reavaliação da área”, disse Souza.

O vereador Paulo Frange (PTB) explicou sobre como será o processo de venda da área. “É a primeira vez que a Câmara aprova a venda de um imóvel, seja na saúde, educação ou assistência social, em processo de licitação. Todas às vezes a Lei Orgânica garante que a entidade instalada possa comprar em negociação com o município, mas aqui, para ficar ainda mais transparente, o processo é de licitação”, garantiu.

Fonte: Portal da CMSP

segunda-feira, 9 de março de 2015

Imediações do Largo do Japonês no abandono total

Lixo e entulhos na esquina das ruas Julião Ferreira da Silva x Francisco Calado, próximo ao Largo do Japonês

Ponto viciado de descarte de lixo e entulho, há muitos anos, conta com a despreocupação da Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha e a falta de educação da população local para continuar ativo. Raramente é feita a limpeza no local, possivelmente uma vez por semana, o que é muito pouco, a população descarta ali todo tipo de material inservível como se fosse a coisa mais natural do mundo, do tipo eu jogo e a prefeitura tem a obrigação de retirar. Só que a Subprefeitura deixa de cumprir com a sua obrigação e o ponto vai sobrevivendo.


Há alguns anos, formou-se na rua Julião Ferreira da Silva uma pequena favela com barracos que abrigam moradores de rua, já foi bem maior, hoje está reduzida pela metade. Os moradores ocupam uma calçada com seus barracos e a outra, do outro lado da rua, como seus quintais, onde se reúnem  para o bate-papo na companhia de seus cães e estacionam suas carroças.
Com as duas calçadas ocupadas por moradores de ruas, os pedestres são obrigados a trafegarem pelo meio da rua, colocando suas vidas em perigo, por tratar-se de uma via de grande movimento.

Fica a dia!

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