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segunda-feira, 20 de março de 2017

Incêndio atinge loja de móveis na Vila Nova Cachoeirinha

Matéria publicada originalmente pelo Portal G1/SP

Não houve feridos. Imóvel fica atrás do Cemitério da Vila Nova Cachoeirinha.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/incendio-atinge-loja-de-moveis-na-zona-norte-de-sao-paulo.ghtml

 

Um incêndio atinge uma loja de móveis na Vila Nova Cahoeirinha, Zona Norte de São Paulo, no início da tarde desta segunda-feira (20). Não houve feridos.

Segundo o SPTV, o fogo se alastrou rapidamente e a fumaça preta se espalhou. O incêndio começou às 11h55 na parte da frente do imóvel, se espalhou para trás e um foco de fumaça atingiu uma igreja.

A loja fica na Avenida Imirim, 3.700, atrás do Cemitério Vila Nova Cachoeirinha,e foi completamente interditada para o combate ao fogo. Treze carros do Corpo de Bombeiros foram para o local.

SABESP deixa rastros na Vila Rica

Atualizado às 14:45 horas - 20/03/2017
Após execução de serviço Sabesp não tapa buracos na rua Róssio do Carmo - Vila Rica

Há pelo menos 4 meses, uma prestadora de serviços contratada pela SABESP abriu dois buracos na rua Róssio do Carmo, 337 e altura do 350. Os serviços foram executados no mesmo dia pela mesma equipe, que até o momento não voltou para fazer o recape asfáltico no local.

Fica o registro!

Ainda pela manhã, a SABESP informou via Twitter: "Encaminhamos suas informações para a unidade responsável verificar e atender. Obrigado.".

Por volta das 14:30 horas, as providências foram tomadas conforme registramos abaixo:

Serviço executado pela SABESP
 Missão cumprida!
 

sábado, 4 de março de 2017

"Operação Cidade Linda" e a maquiagem nas calçadas da avenida Inajar de Souza

Calçadas da avenida Inajar de Souza depois da Operação Cidade Linda

As calçadas da Inajar de Souza, no trecho entre as ruas Itupava x Ouvidio José Antonio de Santana - sentido centro-, carece de cuidados há mais de vinte anos. Por diversas vezes tentamos incluir no orçamento do município, emendas parlamentares destinadas a reforma das calçadas, todas foram rejeitadas por seus relatores na Câmara Municipal.

Recentemente (18/02) passou pela região a tal de "Operação Cidade Linda", com a presença do prefeito em exercício, Bruno Covas, do Prefeito Regional, Roberto Godoi, demais Prefeitos Regionais, Secretários e Parlamentares, na Praça Victoria Finzetto, no Jardim Ceci. Lá ocorreu um ato político com muitos holofotes, e faz de conta. A publicação sobre o evento está na página da Prefeitura Regional Freguesia/Brasilândia no Facebook.

Segundo a publicação, a operação se estenderia por toda avenida, o que de fato ocorreu, pelo menos aqui pela região. Infelizmente o que ficou foi  a impressão de uma maquiagem malfeita para enganar trouxas.

Nas imagens acima, feitas hoje pela manhã, você pode confirmar a realidade da situação calamitosa que se encontra a calçada que passou pela operação. Serviço mal feito e muito desperdício de material, remendos mal feitos nos lugares em que somente uma reforma completa é a solução.

Destacamos como positiva, a construção de uma rampa para acessibilidade na faixa de pedestres, na altura do número 4.750 e o conserto do semáforo, pela CET, que estava com problemas há anos, por várias vezes solicitamos reparo sem sucesso.
Ponto positivo deixado pela Operação Cidade Linda, na altura do nº 4750 da Inajar de Souza
Também destacamos a volta das lixeiras, que graças as ações de vândalos ficarão por pouco tempo em condições de uso, vale uma aposta para ver quantos dias aguentarão.
Lixeira instalada recentemente na esquina da rua Itupava com avenida Inajar de Souza.
 Mostramos neste post alguns pontos negativos e outros positivos deixados pela "Operação Cidade Linda" pela região. Vale o registro de que o mato foi cortado, as árvores podadas e as guias pintadas. 

É o que temos para hoje, a conclusão é sua!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Adolescente morre na frente de Habib's

Matéria publicada originalmente pelo Estadão

Polícia apura ação de seguranças da loja; família fala em agressão e funcionários relataram que menino de 13 anos teve parada respiratória

 

A Polícia Civil vai investigar a ação dos seguranças da lanchonete Habib’s da Avenida Itaberaba, na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo, na morte de um garoto 13 anos. O caso ocorreu na noite de domingo. Segundo a família do garoto, ele teria sido agredido pelos funcionários após pedir dinheiro para clientes na porta do estabelecimento. Em seguida, teve parada respiratória e morreu antes de chegar ao Hospital do Mandaqui.

Representantes da unidade do Habib’s afirmaram aos policiais do 13.º DP (Casa Verde) que o menino era conhecido do local por pedir dinheiro e comida aos clientes. Mas que naquela noite, ele estava “ importunando os clientes, inclusive com um pedaço de madeira”. “O adolescente ameaçava quebrar o vidro da loja e chegou a jogar pedras contra carros e um dos funcionários”. 

Ainda segundo os representantes, um gerente e um supervisor, quando os funcionários foram repreendê-lo, o garoto “saiu correndo e, neste instante, teve um mal súbito”. O menino caiu no meio da rua, de acordo com esta versão. Os seguranças envolvidos não foram ouvidos pelo delegado Julio Siqueira Gomes. 

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados por moradores. Os PMs relatam que foram atender uma “ocorrência de agressão”, mas quando chegaram ao Habib’s o garoto já havia sido levado pela unidade de resgate. 

O garoto morreu no caminho do Mandaqui. Segundo os bombeiros, o garoto não apresentava sinais de agressão. Os médicos do hospital afirmaram, em ofício encaminhado à polícia, que o óbito “se deu por causa desconhecida”. O Instituto Médico-Legal (IML) vai elaborar um laudo para esclarecer a causa da morte dele. O documento deve ficar pronto em até 15 dias. 

Enterro. O menino foi enterrado ontem, no Cemitério da Vila Cachoeirinha. A mãe dele, Fernanda Cassia de Souza, que completou 34 anos anteontem, contou que o filho sempre ficava na porta do Habib’s para pedir moedas para clientes, mesmo contra a vontade dos pais. “Quando ele saía de casa, era certeza que o encontraríamos lá. Ele nunca agrediu ninguém, nunca roubou e, por isso, nunca foi preso. É muito estranho falarem que ele teve mal súbito, pois tinha a saúde perfeita.”. 

Fernanda disse também que foi até o Habib’s assim que soube do incidente com o filho. No local, alguns clientes contaram que teriam presenciado o garoto ser agredido na frente da lanchonete pelos seguranças. “Alguns clientes foram no enterro. Um deles disse que deu moedinhas para ele antes de acontecer essa tragédia.”
Fernanda tem mais filhas, de 19, 17 anos e 5 anos. Na tarde de segunda-feira, a família e um grupo de amigos fizeram um protesto na frente do Habib’s da Avenida Itaberaba e pediram justiça. “Se o meu filho estava errado, que ele fosse repreendido. Isso que aconteceu foi uma tragédia que derrubou a nossa família”, afirmou.

Lanchonete. Em nota, a assessoria do Habib’s disse que considera o fato lamentável. “A franqueadora leva em consideração as informações relatadas pelos funcionários da unidade franqueada, presentes no momento da ocorrência, bem como os relatos registrados em B.O. A polícia foi acionada, assim que verificaram que a conduta do menor estava incontrolável, ameaçando o patrimônio físico da loja e dos clientes. Imediatamente, também o resgate foi acionado.”  

A assessoria ainda informou que tomou as providências para socorrê-lo e vai se “empenhar em esclarecer todos os detalhes do ocorrido com prioridade”.

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